Como se fazer

o diagnóstico?

Apneia do sono muitas vezes não é diagnosticada, pois não é possível detectá-la durante uma visita de rotina ao consultório médico. Quem tem apneia do sono não sabe, e na maioria dos casos é um membro da família ou cônjuge que nota os sinais da doença.

O diagnóstico é realizado por meio de um exame chamado polissonografia, que monitora o sono através de equipamentos eletrônicos. O exame clínico avalia a condição do sistema respiratório do paciente e é realizado somente por um médico com especialização na área. Em alguns casos, é preciso que o paciente responda o Escala de Epworth, um teste de sonolência que revela como são os hábitos durante o dia e a qualidade do sono, aplicado como triagem para a realização do exame.

SOBREPESO

Apneia obstrutiva do sono é mais comum em pessoas que estão acima do peso, mas pode afetar qualquer pessoa. Por exemplo, crianças podem ter as amígdalas alargadas levando a apneia obstrutiva do sono, podendo representar de 1% a 3% dos casos de apneia.

Mudanças nos hábitos de vida podem contribuir muito com a melhora da apneia do sono. O ideal é perder peso, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, dormir de lado, evitar consumo de comidas pesadas antes de dormir, evitar o fumo 4 horas antes de deitar e elevar a cabeceira da cama entre 15cm e 20cm. Com medidas simples é possível evitar problemas futuros.

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O que é Apneia / Ronco?

A apneia do sono, Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), é uma doença crônica onde o paciente tem uma ou mais pausas na respiração enquanto dorme. Estas “pausas” respiratórias podem durar de alguns segundos a minutos, impedindo que o ar chegue até os pulmões, e na maioria das vezes causa um ronco alto semelhante ao som de asfixia. A apneia acomete aproximadamente 30% da população adulta no mundo. A maior parte dos pacientes, entre 85% e 90%, convive com a doença sem receber o diagnóstico e continua sem tratamento.

Perturbações durante o sono, causadas pela interrupção frequente da respiração, reduzem a vitalidade no dia a dia levando à sonolência excessiva, irritabilidade, lapsos de memória, desatenção, mau desempenho no trabalho, aumento da probabilidade de acidentes.

Níveis baixos de oxigênio no organismo ocorrem devido a essa síndrome e podem levar a problemas cardíacos e outros agravos à saúde, incluindo: depressão, perda de memória, ganho de peso, impotência sexual e dores de cabeça constantes.

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